Guia de viagem pelo mundo dos livros

Alexandra Lucas Coelho

Não me interessa o desfecho, mas o processo.
Tenho horror a essa ideia, da sociedade capitalista, de que se vai ascendendo. Tenho horror à ideia de carreira. O poder nunca me interessou. Interessa-me a expansão. Das minhas possibilidades.

Alexandra Lucas Coelho

Alexandra Lucas Coelho nasceu em Dezembro de 1967. Estudou teatro no I.F.I.C.T. e licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou dez anos na rádio, continuando ainda hoje a colaborar com a RDP. É jornalista no Público desde … Ler mais

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Ricardo Araújo Pereira e Gregorio Duvivier analisam o Acordo Ortográfico …

Ricardo Araújo Pereira e Gregorio Duvivier analisam o Acordo Ortográfico, satirizando o seu conteúdo e as justificações apontadas para a sua aplicação. Ambos consideram que as diferenças de ortografia foram sempre o menor dos problemas no entendimento entre Brasileiros e Portugueses, e o humorista brasileiro qualifica inclusivamente o AO como um crime que criou problemas que não existiam. RAP destaca ainda a fragmentação actual da ortografia e Duvivier elogia a resistência contra o acordo em Portugal.

Vídeo retirado daqui: https://www.youtube.com/watch?v=hK0zHiZpHWI

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Poetas Perdidos na Revolução – Rede Angola – Notícias independentes sobre Angola

Agualusa e os poetas perdidos.

 

Poetas Perdidos na Revolução – Rede Angola – Notícias independentes sobre Angola

Li com curiosidade e agrado a novíssima recolha de poesia de João Melo, “Polis.Poiesis”, recentemente lançada em Lisboa pela Editorial Caminho. O livro recupera poemas antigos, alguns deles mesmo bastante antigos, levando o leitor a revisitar a história agitada de Angola. João Melo tem sabido fazer,…

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Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta Continuará o jardim, o céu …

Quando

Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta
Continuará o jardim, o céu e o mar,
E como hoje igualmente hão-de bailar
As quatro estações à minha porta.

Outros em Abril passarão no pomar
Em que eu tantas vezes passei,
Haverá longos poentes sobre o mar,
Outros amarão as coisas que eu amei.

Será o mesmo brilho, a mesma festa,
Será o mesmo jardim à minha porta,
E os cabelos doirados da floresta,
Como se eu não estivesse morta.

Sophia de Mello Breyner Andresen, em ‘Dia do Mar’

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